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Suspeitas de febre chikungunya aumentam em MS e Coren-MS explica como prevenir


13.01.2015

O ano de 2015 começou com o aumento nas suspeitas de casos da febre chikungunya em Mato Grosso do Sul. De acordo com o último relatório divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES), no dia 9 de janeiro, três novos casos aguardam o resultado dos exames.

No total, 67 notificações da doença aconteceram até o momento, com apenas um caso confirmado, sendo este registrado em Campo Grande no ano passado.

Os sintomas da chikungunya são parecidos com os da dengue, ambas são transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti. Não há vacina. A melhor forma de evitá-las é a prevenção.

Na chikungunya, após o período de incubação que é em média de três a sete dias, a fase aguda é caracterizada principalmente por febre de início súbito e surgimento de intensa artralgia. Essa fase dura, em média, até sete dias. Os pacientes geralmente apresentam febre elevada de início abrupto, poliartralgia, dor nas costas, cefaleia e fadiga. Outros sinais na fase aguda da chikungunya são calafrios, conjuntivite, faringite, náusea, diarreia, neurite, dor abdominal e vômito.

No caso da dengue, há mais risco da doença evoluir para a forma hemorrágica, com o aparecimento de manchas vermelhas na pele, sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua e vômitos persistentes.

Prevenção – Tanto na dengue quanto na chikungunya a melhor forma de prevenção é a mesma: combater os focos do mosquito transmissor. A proteção se dá, basicamente, combatendo o vetor, em grande parte um dever da população, dando destino adequado ao lixo doméstico, principalmente vasilhames plásticos. É fundamental não permitir em sua residência locais que sirvam de criadouro para o mosquito, uso de repelentes, inseticidas e mosquiteiros.

Uma vez diagnosticadas por meio de exames, ambas as doenças devem ser tratadas com analgésicos e antitérmicos e hidratação, tanto via oral quando venosa. Embora a febre de chikungunya não seja uma doença de alta letalidade, dizem os médicos, ela tem elevada taxa de morbidade associada à artralgia persistente.

Desde o primeiro boletim da SES, o número de pessoas à espera dos resultados só aumentou. Os primeiros dados, coletados até o dia 26 de novembro de 2014, mostraram que 31 pessoas aguardavam os exames, 25 a menos do que os números atuais. A única queda registrada foi na 3ª publicação da SES, quando 32 pessoas esperavam a análise, uma a menos do que a publicação anterior.

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